domingo, 9 de outubro de 2011

Trechos de sussurro (hush hush)


Se segurem porque agora as coisas  vão esquentar, vocês nunca mais vão querer desgrudar  da companhia de Patch...

- Ele sabia... de outras coisas.
- Como o quê, por exemplo?
Suspirei. Ele sabia mais do que eu era capaz de encarar com tranquilidade.
- Ele sabia como encher o meu saco - disse, finalmente. - Vou pedir ao técnico que nos mude de lugar de novo.
(Nora e Vee - pag 71)
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- Você está atrapalhando o jogo -  disse Patch, ainda sorridente.
Olhei nos olhos dele e não consegui deixar de retribuir o sorriso - por pouco tempo.
- Tomara que não esteja ajudando você. Qual é o seu maior sonho?
Estava orgulhosa dessa pergunta porque sabia que ia desafiá-lo; exigiria que ele pensasse.
- Beijar você.
- Não tem graça. - Falei, olhando-o nos olhos, grata por não ter gaguejado.
- Não, mas você ficou vermelha.
(Patch & Nora - pag 23)
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- Religião? - perguntei com mais firmeza.
Patch passou a mão no queixo, pensativo.
- Não é religião... É um culto.
- Você pertence a um culto? - Percebi tarde demais que não deveria ter me surpreendido.
- Acontece que preciso de uma fêmea saudável para sacrifício. Tinha planejado ganhar a confiança dela primeiro e atraí-la, mas como você já está por aqui...
Se havia qualquer sorriso em meu rosto, foi embora naquele momento.
- Você não está me impressionando.
- Ainda nem comecei.
(Nora & Patch - pag 24)

Eu me candidato ao sacrifício...rsrsrs
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- Também está com um perfume gostoso - disse Patch.
- Chama-se chuveiro. - Eu estava com o olhar fixo para a frente. Como ele não respondeu, virei-me de lado. - Sabão. Xampú. Água quente.
- Nua. Sei como é.
(Patch & Nora)
Pam-Pum!
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- O que você vai fazer no domingo à noite?
Minha respiração saiu com um ronco. Acidentalmente.
- Está me convidando para sair?
- Você está ficando atrevida. Gosto disso, Anjo.
- Não ligo para o que você gosta. Não vou sair com você. Não para ter um encontro. Sozinha. (...) Calma aí. Você acabou de me chamar de Anjo? - perguntei.
- E se chamei?
- Não gosto.
(Patch & Nora - pag 55)
Ui, essa doeu!
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- Não consigo entender por que está tão interessado.
Ele sacudiu a cabeça suavemente.
- Interessado? Estamos falando sobre você. Estou fascinado.
(Nora & Patch - pag 56)
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- O Arcanjo - murmurei, olhando para trás, para a montanha-russa e os vagões que iniciavam uma nova subida.
- Significa anjo de uma categoria elevada - definitivamente havia presunção na voz dele. - Quanto mais alto, maior a queda.
(Nora & Patch - pag 80)
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- Você precisa ir - suspirei. - Com toda certeza, precisa ir.
- Para cá? - A boca dele estava no meu ombro. - Ou para cá? - Dirigiu-se então para o meu pescoço.
Meu cérebro não conseguia produzir um único pensamento lógico. (...)
- Minhas pernas estão bambas - balbuciei. (...)
- Posso resolver esse problema. - As mãos de Patch agarraram meus quadris.
(Nora & Patch - pag 89)
Até eu fiquei de pernas bambas... atrevido!
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- O que está acontecendo? - exclamei, esforçando-me em parecer hostil. - Como é que eu posso jurar ouvir sua voz na minha cabeça? E por que você disse que veio para a escola por minha causa?
- Estava cansado de admirar suas pernas a distância.
(Nora & Patch - pag 148)
Safado... tem resposta pra tudo!
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- O que você vai fazer no sábado à noite?
- Tenho um encontro com o par de sempre.
- Par de sempre?
- Dever de casa.
- Cancele.
- Não saio com estranhos.
- Sorte sua que eu saio. Pego você às cinco.
(Patch & Nora - pag 150)
Eu também não, mas posso abrir uma exceção para o Patch... pode vir me pegar às cinco!!! kkk
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- Vee, preciso ir. - Minha voz estava vacilante.
- Sei. Você quer desligar antes de me contar os detalhes do assunto principal.
- Não aconteceu nada durante o encontro, nem depois. Minha mãe nos encontrou na entrada.
- Fala sério!
- Acho que ela não gosta do Patch.
- Jura? - exclamou Vee. - Quem teria imaginado?
- Amanhã eu ligo para você, ok?
- Durma com os anjos, menina.
Sem chances, pensei.
(Nora e Vee - pag 169)
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- Não vou a nenhum lugar que lembre um motel com você. (...)
- Você acha que a combinação de nós dois e um motel sórdido seria perigosa?
- Para falar a verdade, acho.
(Nora & Patch - pag 188)
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As mãos dele deslizaram pelo meu pescoço, escaldantes. Ele apretou suavemente os polegares contra minha garganta e jogou minha cabeça para trás. Senti seus lábios pressionando os meus com tanta força que ele conseguiu silenciar qualquer xingamento que estivesse prestes a sair. As mãos dele desceram até meus ombros, escorregaram pelos meus braços e se detiveram no final das minhas costas. Pequenos calafrios de pânico e de prazer me atravessaram. Ele tentou me apertar contra si, mas eu mordi seu lábio.
Ele lambeu o lábio com a ponta da lingua.
- Você me mordeu?
- Isso tudo é uma brincadeira para você? - perguntei.
Passou novamente a língua nos lábios.
- Nem tudo.
- O que não é?
- Você.
(Patch & Nora - pag 203)
Nessa até eu tremi na base... me abana!
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- Vá em frente - ele disse suavemente. - Não se esqueça que as pessoas mudam, mas o passado, não.
(Path para Nora - pag 205)
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- Você acha que eu sou um sujeito mau?
- Você possui... o corpo de outras pessoas.
Ele aceitou a afirmativa com um aceno de cabeça.
- Você quer possuir meu corpo?
- Quero fazer muitas coisas com seu corpo, mas isso não.
(Patch & Nora - pag 210/211)
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- Você quer que eu seja franco, então serei. Vou lhe contar tudo. Quem sou e o que fiz. Todos os detalhes. Vou revelar tudo, mas você vai ter que perguntar. Vai ter que querer saber. Você pode ver quem eu fui, ou pode ver quem sou agora. Não sou bom - disse ele, penetrando-me com aquele olhara que absorvia toda a luz e nada refletia -, mas já fui pior.
(Patch para Nora - pag 226)
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- Sejamos honestos, Nora. Você está caída por mim. - O olhar dele era profundo. - E eu estou caído por você. - Ele se abaixou e encostou a boca na minha. (...)
(Patch & Nora - pag 229)
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Encontrá-lo foi como encontrar alguém que eu não sabia que estivera procurando. Ele entrou na minha vida tarde demais e partia cedo demais. Lembrei-me de quando ele me contara que desistiria de tudo por mim. Já tinha desistido. Desistira de ter um corpo humano para que eu pudesse viver.
(Nora - pag 251)
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- Estou de volta? - disse, esperando não estar me iludindo com falsas esperanças.
- Não aceitei seu sacrifício. Eu recusei.
- Você quer dizer que desistiu de ter um corpo humano por minha causa?
(...)
- De que me adianta ter um corpo humano se eu não puder ter você?
(Nora & Patch - pag 253)
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- Ainda temos muito que conversar - eu disse.
- Conversar? - Ele sacudiu a cabeça, os olhos cheios de desejo. "Beijar", sussurrou e abaixou a boca em direção a minha. O primeiro toque foi apenas isso - um toque. De uma suavidade tentadora, provocante. Passei a língua nos lábios, e o sorriso de Patch aumentou.
- mais? - perguntou.
Enfiei as mãos em seus cabelos, puxando-o para  mais perto de mim.
- Mais.
(Nora & Patch - pag 259)

Um comentário:

  1. Nossa eu estou lendo esse livro é simplesmente maravilhoso! E o Patch, meu Deus que lindoooo.

    clubedehistorias.blogspot.com

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